Gestão de riscos
Gestão de riscos financeiros: realize com eficiência em 6 etapas!

A gestão de riscos financeiros é uma prática que inclui atividades para identificar, avaliar, monitorar e mitigar ameaças à parte monetária de uma empresa. Consiste, portanto, em reconhecer pontos de vulnerabilidade e adotar medidas para reduzir ou eliminar os impactos.
Uma empresa de sucesso não alcança esse status sem combater ameaças ao seu faturamento. Logo, o gerenciamento de riscos financeiros é essencial para proteger as operações, gerar ações preventivas e corretivas, combater a probabilidade de prejuízos e implementar soluções rápidas e eficientes frente à ocorrência dos perigos monetários.
Em um mundo ideal, não seria necessário investir na gestão de riscos financeiros, mas administradores preparados não se dão ao luxo de considerar essa fantasia, afinal, toda empresa está sujeita a prejuízos.
Portanto, é essencial identificar as possíveis fontes de ameaças, chances de se concretizarem, consequências, bem como desenhar a ação de controle de danos.
Ao longo do artigo, explicamos o que é a gestão de riscos financeiros, sua real importância e como se encaixa na rotina das empresas. Também apresentamos seis passos para identificar ameaças e implementar estratégias de gerenciamento para cada uma.
Então, se não quer perder dinheiro no seu negócio, leia agora mesmo!
O que é gestão de riscos financeiros?
A gestão de riscos financeiros é uma atividade corporativa cujo objetivo é proteger uma empresa de ameaças monetárias. Consiste em realizar análises para identificar potenciais perigos e definir medidas e estratégias para mitigá-las, a fim de manter a saúde financeira do negócio estável e sustentável.
Qualquer empresa em funcionamento, independentemente do segmento, está sujeita a riscos de diversas fontes. Mesmo em operações autossuficientes, riscos operacionais e logísticos podem se tornar realidade e afetar o faturamento.
Cenários assim ficam mais evidentes em companhias que atuam com uma cadeia de suprimentos extensa, na qual diversas partes das atividades estão sujeitas a riscos de fornecedores.
Além disso, o mercado consumidor é imprevisível e pode mudar do dia para a noite a forma de aquisição dos produtos ou serviços de uma marca.
Um exemplo é a pandemia da Covid-19, que, em 2020, alterou bastante o comportamento do consumidor, interrompeu diversas atividades e obrigou várias outras a se ajustarem para continuar em funcionamento.
O que queremos dizer é que não importa o quão improvável é um cenário de crise ou ameaça ao faturamento, é essencial que os gestores saibam como o mercado afeta os números do negócio. Também é fundamental estabelecer um fluxo de reação frente às ameaças que se tornam realidade.
Em resumo, a gestão de riscos financeiros é o conjunto de ações de uma empresa para identificar origem, classificação, probabilidade e impacto de um eventual prejuízo. Inclui também montar uma estratégia de recuperação e controle de danos para diminuir o impacto e implementar uma solução.
Qual a importância do gerenciamento de riscos financeiros?
O ponto de destaque do gerenciamento de riscos financeiros em uma empresa vem da capacidade de prevenção e reação em casos de ameaça e/ou prejuízos.
De modo geral, tudo que tem chance de se tornar realidade precisa de mapeamento, bem como a forma com que a empresa “fechará o buraco” no faturamento.
Se preparar para oscilações e riscos ao faturamento garante o preparo da empresa em qualquer cenário e preserva a sua operação acima de qualquer ameaça.
Para entender a importância da gestão de riscos financeiros, podemos novamente tomar como exemplo o prejuízo causado pela pandemia, agora, com destaque para o mercado de alimentos.
Enquanto franquias e companhias mais estruturadas souberam se preparar e atuar principalmente por meio de delivery e drive-thru, outras de pequeno porte não conseguiram se adequar ao atendimento à distância, tanto que muitas faliram.
Assim, é possível notar que, independentemente do porte, saber se preparar contra imprevistos é essencial para se manter em atividade em cenários de crise. Além disso, administradores que buscam atingir metas de crescimento precisam de uma gestão de riscos financeiros de alto nível para garantir a segurança e o retorno dos investimentos.

Quais são os principais tipos de riscos financeiros?
Estes são os principais tipos de riscos financeiros:
risco de crédito;
risco de mercado;
risco de juros;
risco de liquidez;
risco operacional;
risco cambial;
risco fiscal.
Antes de explicar cada um, é importante destacarmos que as ameaças ao faturamento e saúde financeira de um negócio têm diversas origens, com mais ou menos probabilidade de acontecerem, conforme cada caso.
Embora existam fontes de perigos praticamente imprevisíveis, a maioria, felizmente, é conhecida.
Assim, entender os principais é fundamental para um gerenciamento de riscos financeiros eficaz, uma vez que para cada categoria de ameaça há um nível de impacto e um conjunto de ações específicas para recuperar o prejuízo.
Com esses pontos em mente, conheça agora os principais tipos de risco financeiro para empresas.
Risco de crédito empresarial
O risco de crédito empresarial acontece quando uma das partes envolvidas não consegue honrar com os pagamentos ou obrigações financeiras com a outra, o que resulta em uma situação de inadimplência.
Durante a análise de crédito da pessoa jurídica, quando identificado que a empresa não consegue realizar pagamentos, a possibilidade de novos negócios é prejudicada. Ao mesmo tempo, companhias que não recebem dos seus clientes sofrem com a diminuição no fluxo de caixa.
Um bom exemplo de risco de crédito empresarial é quando o fornecedor não paga suas contas consumo, como água e energia, e tem as atividades paralisadas por corte nos fornecimentos. Consequentemente, os contratantes sofrem com atrasos no abastecimento e também têm suas operações prejudicadas.
Risco de mercado
Decorre de eventuais declínios no mercado que afetam os investimentos de uma empresa e reduzem os lucros ou causam perda total da quantia aplicada. Vale destacar que o risco de mercado pode resultar em queda no patrimônio líquido, caso os ativos da companhia percam valor e todo o custo se mantenha estável.
Como exemplo, podemos citar aplicações financeiras de risco como ações, além de flutuações em taxas, juros e cotações.
Risco de juros
Mudanças repentinas nas taxas de juros afetam diretamente o faturamento e causam perdas financeiras. Ocasionados principalmente por flutuações mercadológicas, são uma vertente do risco de mercado.
Entram nesse contexto valores aplicados sobre empréstimos, financiamento e meios de pagamento como cartão de crédito e boleto.
Risco de liquidez
O risco de liquidez ocorre quando não é possível converter títulos e ativos em dinheiro. Também inclui problemas de gestão resultantes na incapacidade de a empresa realizar os pagamentos de suas contas em dia.
Por exemplo, a empresa não consegue pagar os fornecedores porque tem uma taxa alta de clientes inadimplentes, o que impacta a liquidez do fluxo de caixa.
Esse é um tipo de risco financeiro que afeta seriamente a reputação perante os credores e pode determinar a continuação (ou não) de parcerias comerciais importantes.
Risco operacional
Tudo que ameaça a continuidade operacional diária da empresa entra nessa categoria. Do risco causado por maquinários avariados à falta de suprimentos, erro humano e falhas processuais.
Para entender melhor o risco operacional, imagine uma grande rede varejista que interrompeu o atendimento ao público devido a problemas no sistema de pagamentos, ou uma franquia de food service que não vendeu determinado produto porque o fornecedor atrasou a entrega das embalagens.
Risco cambial
O risco cambial afeta principalmente as movimentações de moedas ou mercados estrangeiros e diz respeito a variações bruscas nas cotações. Tem a capacidade de impactar drasticamente os valores recebidos em operações diversas, tanto de importação quanto de exportação e, por consequência, a margem de lucro.
Um exemplo de cenário relacionado a esse risco é quando o negócio trabalha com fornecedores estrangeiros e o pagamento pelo abastecimento ocorre em moedas como dólar ou euro que têm cotação e valorização diferente do real.
Risco fiscal
O risco fiscal envolve todas as ameaças relacionadas ao sistema tributário e como os gestores trabalham para arcar com esses custos. Flutuações e ajustes podem ocorrer a todo o tempo, e é importantíssimo acompanhar as movimentações dos poderes públicos para não ser pego de surpresa.
Como exemplo, podemos citar mudanças nas legislações que levam a ajustes nas alíquotas de impostos municipais ou federais.
Dica! Confira também o artigo: “Análise de risco de fornecedores: como fazer e 4 erros a evitar!”
Como fazer a gestão de riscos financeiros? 6 etapas!
Agora que você já sabe o que é gestão de riscos financeiros e a importância para a saúde e lucratividade da sua empresa, é hora de conferir como implementar esse gerenciamento no seu empreendimento.
Veja, a seguir, o nosso guia de aplicação de gerenciamento de riscos financeiros em seis etapas!
1. Identificar o tipo de risco e definir ordem de prioridade
O primeiro passo é identificar os tipos de risco pertinentes ao seu mercado de atuação. Cada setor lida com um cenário e fontes diferentes de ameaças, que podem ir além dos que citamos.
A partir dessa classificação, é importante definir quais ameaças terão prioridade na solução. Para a tarefa, recomendamos utilizar a Matriz de Kraljic.
O modelo muito utilizado na gestão de fornecedores é interessante porque classifica riscos conforme a probabilidade de acontecerem e também quanto ao impacto que podem causar.
Para entender como funciona a Matriz Kraljic, o vídeo abaixo de Renato Honorato é bem educativo:
É importante destacar que você pode aplicar facilmente a mesma metodologia à gestão de riscos da sua empresa, não apenas na matriz de compras.
2. Definir a tolerância e exposição aceitável ao risco
Se expor a riscos é intrínseco e necessário para empresas que buscam aumentar o seu faturamento e presença no mercado. É como diz o ditado, “não se faz uma omelete sem quebrar os ovos”.
Assim, é preciso definir a tolerância da empresa e o nível de exposição aceitável para cada risco financeiro. A partir daí, os gestores têm mais liberdade para tomar decisões, assumir riscos aceitáveis e aumentar o valor do negócio.
3. Criar diretrizes e estratégias para tratar cada tipo de risco
Como mencionado, parte essencial desse gerenciamento é desenhar a reação da empresa caso as ameaças se concretizem. Portanto, deve-se criar diferentes estratégias de mitigação de riscos como recurso para diminuir o impacto nas operações e no faturamento.
É importante frisar que as estratégias precisam se alinhar às diretrizes de compliance e governança corporativa da empresa, as quais são de grande relevância para lidar com riscos imprevistos.
4. Colocar estratégias em prática e monitorar seu desempenho
Com a definição das estratégias de mitigação de riscos, é hora de colocá-las em prática, bem como as voltadas para prevenção. Porém, não basta implementá-las, é essencial monitorar a performance e a eficiência.
A melhor forma de realizar essa tarefa é acompanhar os principais indicadores de desempenho financeiro da sua empresa, como rentabilidade, lucratividade sobre as vendas e ticket médio.
5. Fazer auditorias periódicas
Para complementar o monitoramento de desempenho da empresa, é preciso manter o acompanhamento por meio de auditorias periódicas, tanto internas quanto externas. Dessa forma, é possível analisar se estratégias trouxeram os resultados esperados ou não.
6. Acompanhar o mercado e se atualizar
Após todos esses passos, seu trabalho ainda não acabou. O mercado é um organismo vivo e em constante evolução. Portanto, a gestão de riscos financeiros só é completa quando há o monitoramento constante do que acontece do lado de fora das suas instalações.
Acompanhar o mercado e atualizar a gestão de riscos financeiros, caso necessário, é essencial para manter a eficiência e garantir a lucratividade da operação.
Um bom exemplo de ferramenta de mercado é o V360, que automatiza a captura, validação e ingresso das notas fiscais. Assim, é possível mitigar riscos de atrasos, erros manuais e evitar multas e juros para a empresa.
3 exemplos de ferramentas de gestão de riscos financeiros
Por falar em ferramentas, estas são exemplos que ajudarão você e seu time a realizarem uma análise financeira mais precisa e uma avaliação de risco segura e confiável:
softwares de BI (Business Intelligence): sistemas que coletam, processam e analisam grandes volumes de dados financeiros e ajudam nas tomadas de decisão, como o Power BI da Microsoft e o Tableau;
plataformas de gestão de riscos: automatizam atividades como análise financeira, avaliação de ameaças e facilitam a mensuração dos impactos em aspectos como operacional e de compliance. Nesse grupo, podemos citar RiskWatch e MetricStream;
sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning): soluções que integram diversos departamentos de uma empresa, como vendas, marketing, estoque e compras. Por centralizarem dados, dão uma visão geral do fluxo financeiro. Dois exemplos são SAP e Oracle.
Aproveite e leia também: “Linkana + SAP Ariba: por que usar essas duas soluções simultaneamente?”
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4 estratégias de identificação e análise de riscos financeiros
Porém, de nada adianta ter nas mãos boas ferramentas sem uma estratégia de identificação e análise de riscos financeiros condizente com o perfil e com a realidade da sua empresa.
Estes são ótimos exemplos:
análise SWOT: sigla para os termos em inglês strengths, weaknesses, opportunities, threats — forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, respectivamente — mensura riscos e oportunidades a partir da análise de fatores internos e externos;
indicadores financeiros (KPIs): os resultados de indicadores como liquidez corrente, grau de endividamento e margem de lucro líquido ajudam a avaliar a saúde financeira da empresa, identificar pontos de perda e a definir estratégias de mitigação de riscos mais precisas e eficazes;
políticas de gestão de riscos: são diretrizes que facilitam o levantamento e o monitoramento de ameaças financeiras, mas que também definem quais abordagens executar mediante a concretização dos riscos;
matriz de riscos: ferramentas visuais que classificam e categorizam os perigos financeiros conforme o potencial de efetivação e nível de criticidade. Facilita a definição de qual trabalhar primeiro.
O artigo “Matriz de Gestão de Risco: conceito, importância e dicas de aplicação” traz diversas dicas e orientações que ajudarão você nesse último tópico. Não deixe de ler.
Qual o papel da governança corporativa na gestão de riscos financeiros?
A governança corporativa é uma sistemática que reúne leis, processos, regras e políticas que ditam como os gestores devem dirigir uma empresa. A prática inclui o relacionamento entre os sócios e demais partes interessadas, a exemplo da diretoria, conselho de administração e órgãos fiscalizadores.
Estão entre os objetivos da governança corporativa garantir a realização das atividades empresariais conforme as legislações, eliminar ou reduzir a incidência de multas, fortalecer a gestão, extinguir conflitos internos e fortalecer a imagem da companhia.
No gerenciamento de riscos financeiros, a governança corporativa contribui para a formação da estrutura necessária para a identificação e a avaliação de ameaças monetárias alinhadas a padrões éticos, transparentes e de conformidade.
O conselho administrativo, por exemplo, pode atuar na supervisão direta das políticas de gestão de riscos, na verificação de controles internos e na averiguação de prestação de contas.
Esse suporte também auxilia no preparo da empresa para enfrentamento de incertezas financeiras e na definição de estratégias de mitigação de riscos.
Dica de leitura: “5 boas práticas de governança corporativa para implementar já!”
Casos de sucesso e de falhas na gestão de riscos financeiros
Diversos fatores tornam a gestão de riscos financeiros um desafio para os gestores. Tanto que algumas empresas têm sucesso no gerenciamento, e outras nem tanto.
Um exemplo de abordagem bem-sucedida é da Apple, gigante mundial de tecnologia, que trabalha com Plano de Gerenciamento de Riscos de Câmbio (FX) e de Fluxo de Caixa Livre (FCF) extremamente eficientes.
A companhia consegue mitigar os impactos financeiros associados às flutuações cambiais por meio de técnicas de hedge — estratégia que visa garantir estabilidade monetária perante mudanças de valores de moedas e ativos.
As práticas têm extrema importância para a saúde financeira e a lucratividade da companhia, principalmente pelo fato de quase 64% da receita líquida de vendas vir de fora dos Estados Unidos. Na conversão de diferentes moedas, o montante geraria perdas significativas para a Apple.
Por outro lado, a Oi, empresa brasileira de telecomunicações, desde 2016 enfrenta luta para estruturar dívidas de quase R$ 65 bilhões. Inclusive, foi nessa época o primeiro pedido de recuperação judicial.
A má gestão de riscos financeiros e a falta de estratégias eficientes de mitigação de ameaças monetárias estão entre os motivos que colocaram a Oi nessa situação.
Periodicamente, a companhia emite notas oficiais aos acionistas individuais com as tratativas adotadas na tentativa de reverter a situação da companhia.
O impacto da gestão de riscos financeiros na saúde financeira da empresa
Com os casos que apresentamos, já dá para você ter uma boa ideia do impacto da gestão de riscos financeiros na saúde financeira de uma empresa, tanto os positivos quanto os negativos, concorda?
Para ilustrar melhor os reflexos, listamos os que mais afetam um negócio de forma desfavorável:
comprometimento da imagem da marca;
perda de lucratividade;
problemas com o fluxo de caixa;
impossibilidade de previsões financeiras confiáveis;
aumento da vulnerabilidade monetária;
redução do poder competitivo;
diminuição do nível de confiabilidade dos stakeholders;
dificuldade de desenvolver resiliência empresarial.
Para evitar problemas assim no seu negócio, o melhor que você pode fazer é adotar as boas práticas que citamos. Além disso, é essencial olhar para a gestão de fornecedores com cuidado e atenção. Afinal, esses parceiros têm potencial de elevar os riscos financeiros para o seu negócio.
Como realizar gestão de risco na qualificação de fornecedores?
A gestão de riscos na qualificação de fornecedores é uma etapa essencial na busca por parceiros confiáveis para compor a cadeia de suprimentos da sua empresa.
O time de compras e procurement precisa verificar critérios como a saúde financeira da empresa fornecedora, o grau de endividamento e a capacidade monetária. Dessa forma, terá certeza se há ou não ameaças que podem comprometer o fluxo de abastecimento.
Porém, como é necessário coletar e analisar vários detalhes e documentos, nada mais adequado do que usar a tecnologia para automatizar o processo.
Com a Linkana, você simplifica a qualificação, a análise e os fluxos de aprovação de fornecedores com múltiplas áreas envolvidas. Nosso SRM oferece diversas funcionalidades, como alertas de pendências em tempo real e consultas automáticas a informações públicas, como Receita Federal e emissão de certidões negativas.
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